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INDUSTRIA

ESTADO DO RIO MANTEM CARTEIRA DE INVESTIMENTOS PUBLICOS E PRIVADOS  (INDUSTRIA) escrito em terça 18 novembro 2008 17:43

Duque de Caxias-RJ

 

INVESTE RIO - AGENCIA DE FOMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 

11/11/08 - Estado mantém carteira de investimentos públicos e privados


O governador Sérgio Cabral disse que o Estado do Rio tem hoje uma das maiores carteiras de investimentos do país, entre empreendimentos públicos e privados. Ao participar, na terça-feira (11/11), da inauguração de um shopping-center em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o governador ressaltou a excepcional situação econômica fluminense diante da expansão industrial que o estado vive.

– Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), os investimentos somam mais de US$ 50 bilhões. Sem falar que conseguimos retomar a boa relação com o governo federal, que vem priorizando seus investimentos em nosso estado. O presidente Lula queria uma parceria com o governo do estado por reconhecer a necessidade de investir aqui - lembrou o governador.

Entre os maiores investimentos industriais no estado, Cabral citou a instalação da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) em Itaguaí, uma parceria da ThyssenKrupp com a Vale no maior empreendimento privado na América Latina; a implantação do Complexo Petroquímico da Petrobras (Comperj), em Itaboraí, um investimento de mais de R$ 16 bilhões, o maior até hoje feito pela estatal; a expansão da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), em Duque de Caxias, graças a investimento de mais de R$ 1 bilhão; a ampliação do parque automobilístico de Resende, com mais de R$ 1 bilhão em investimentos feitos pelas fábricas da Wolkswagen e da Peugeot-Citroen; e a nova siderúrgica do Grupo Votorantim, também em Resende, entre outros empreendimentos.

Município com cerca de 865 mil habitantes, dono do 15º Produto Interno Bruto (PIB) do país e segundo do Estado do Rio, com um total de R$ 18,3 bilhões, Duque de Caxias ganhou mais pólo gerador de empregos e riqueza: um shopping-center com aproximadamente 160 lojas, seis salas de cinema, cinco lojas âncoras e quatro megalojas, às margens da Rodovia Washington Luís (BR-040).

O shopping se insere em um cenário econômico em franca expansão na cidade. Duque de Caxias tem na indústria e no comércio as principais atividades: são cerca de 809 indústrias e 10 mil estabelecimentos comerciais. É o maior parque industrial do estado, com empresas como Reduc, Texaco, Shell, Esso, Ipiranga, White Martins, IBF, Transportes Carvalhão, Sadia, Ciferal, entre outras, além do Pólo Gás-Químico e futuramente de uma termelétrica. A cidade ocupa o segundo lugar no ranking de arrecadação de ICMS do Estado, perdendo somente para a capital.

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NORSKAN OFFSHORE E DOF SUBSEA LANCAM CASCO E BATIZAM EMBARCACAO NO RIO DE JANEIRO  (INDUSTRIA) escrito em domingo 16 novembro 2008 20:50

Estaleiro EISA, Ilha do Governador, Rio de Janeiro-RJ

 

TN PETROLEO

 

Norskan Offshore e DOf Subsea lançam casco e batizam embarcação

Fonte: Redação

Data: 14/11/2008 12:46

A STX Europe e o grupo DOF, representado pelas suas subsidiárias no Brasil, Norskan Offshore e DOF Subsea, realizam hoje (14/11), dois eventos ligados à exploração marítima de petróleo e gás. Às 16h, no EISA- Estaleiro Ilha S/A, no Rio de Janeiro, será lançado ao mar o casco PRO-23 “SKANDI VITÓRIA”, do tipo OSCV-06, encomendado à STX Europe pelo armador Norskan Offshore Ltda. O evento terá continuidade em Niterói, no estaleiro STX Brazil Offshore S/A, com a cerimônia de batismo da embarcação “SKANDI SALVADOR”, navio multifuncional do tipo ROV/SUPPLY VESSEL.

 

Destinado ao suprimento de plataformas, lançamento de unidades sub-aquáticas a profundidades de até 2.500m e ao apoio na operação de ROVs, o SKANDI SALVADOR terá como madrinha Camila Mendes Vianna. Ambas as embarcações - os maiores, mais sofisticados e complexos navios de apoio offshore feitos no Brasil. - foram construídas com o apoio e estímulo dos governos Federal e do Rio de Janeiro, com financiamento do Fundo da Marinha Mercante do Ministério dos Transportes através do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

 

As embarcações possuem as seguintes características:

 

SKANDI VITÓRIA
- Tipo:            OSCV- 06
- Porte Bruto:   9.000 t
- Comprimento total   142,20 m
- Boca moldada   27,00 m
- Velocidade   16,5 nós
- Sociedade Classificadora DNV

 

SKANDI SALVADOR
- Tipo:    ROV-06/SUPPLY VESSEL
- Porte Bruto:   3.600 t
- Comprimento total   105,90 m
- Boca moldada   21,00 m
- Velodade    16,0 nós
- Sociedade Classificadora DNV


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AKER YARDS: WARTSILA FORNECERA MOTORES PARA 2 NAVIOS AHTS EM CONSTRUCAO NO RIO  (INDUSTRIA) escrito em domingo 16 novembro 2008 19:22

Estaleiro AKER YARDS, Niteroi-RJ

 

NICOMEX NOTICIAS

AKER YARDS ANUNCIA CONTRATO NAVAIS 10/11/08

A Aker Yards assinou na última semana, contrato com a filandesa Wärtsilä para fornecimento de equipamentos de propulsão para cinco embarcações offshore que serão construídas no Brasil, na Noruega e na Índia. De acordo com comunicado enviado à imprensa, ao todo serão 15 motores Wärtsilä, bem como para equipamentos de geração de energia, automação e outros equipamentos auxiliares.


"Os equipamentos para duas embarcações de apoio para manuseio de âncora serão construídos pelo estaleiro brasileiro Aker Promar, no Rio de Janeiro"


Para o PSV (Plataform Supply Vessel) que está sendo construído nas instalações da Aker Yards na Noruega, a empresa filandesa fornecerá três motores de 6 cilindros. Segundo o comunicado, essa é a primeira encomenda, para uma aplicação marítima, deste tipo de motor tricombustível que funciona com óleo diesel marítimo, óleo pesado ou gás natural. “Essas encomendas confirmam a forte relação que possuímos com o grupo Aker Yards há anos. Ambas as empresas estão comprometidas em fornecer a seus clientes soluções marítimas mais eficientes. Nossa expectativa é que ele se torne tão comum em aplicações navais quanto já é em usinas de geração de energia” - disse gerente de Vendas da área Naval da Wärtsilä, Sigurd Viseth.


Os equipamentos para duas embarcações de apoio para manuseio de âncora (AHTS - Anchor Handling Tug Supply) serão construídos pelo estaleiro brasileiro Aker Promar, no Rio de Janeiro.


O sistema Low Loss foi desenvolvido para acabar com a necessidade de grandes transformadores e os seus componentes e utilidades na propulsão. Já foi comprovado que o conceito, que já era aplicado com sucesso nos navios de passageiros e offshore, economiza combustível e custo de instalação, reduz a quantidade de espaço necessário para a instalação de componentes, e proporciona maior redundância nos sistemas de propulsão elétricos.


Já para o braço de desenvolvimento de projetos do grupo Aker Yards Trading, serão elaborados  quarto grupos geradores à diesel para cada uma das duas embarcações de apoio de plataforma que estão sendo construídas no Estaleiro Cochin, na Índia. Os navios ficarão em águas asiáticas após sua entrega ao armador norueguês Sigba.

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BNDES LISTA R$ 65 BILHOES EM PROJETOS IRREVERSIVEIS  (INDUSTRIA) escrito em quinta 13 novembro 2008 01:27

BNDES - Rio de Janeiro, RJ

 

BNDES lista R$ 65 bilhões em projetos irreversíveis
Valor Econômico - 12/11/2008

O BNDES, atendendo a pedidos do governo federal, elaborou uma lista de projetos de investimento em setores chaves da economia que, segundo Nelson Siffert, chefe do Departamento de Energia Elétrica do banco, são considerados "irreversíveis" e que manterão o país em crescimento pelos próximos três anos. A maioria dos projetos pertence às áreas de infra-estrutura e insumos básicos e já está em fase de construção, com previsão de entrada em operação entre 2009 e 2011. Em apenas dois setores, eles somam R$ 64,7 bilhões. 

Apenas no setor elétrico, 24 usinas estão na lista, todas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), somando investimentos totais de R$ 25,9 bilhões, dos quais R$ 16,8 bilhões financiados pelo BNDES, incluindo Santo Antonio, no Rio Madeira. Jirau não entrou nessa conta, porque a obra não foi iniciada por falta de licença de instalação. Se for acrescentada à relação, o valor total dos investimentos em usinas hidrelétricas alcança R$ 35,9 bilhões, com geração prevista de 11.536 megawatts (MW). 

O levantamento do departamento da área de insumos básicos de mineração e siderurgia, comandado por Paulo Sérgio Moreira da Fonseca, remeteu ao Ministério do Planejamento uma lista de oito projetos siderúrgicos considerados "firmes" e "anticíclicos", que somam investimentos de R$ 28,8 bilhões. A lista inclui três novas siderúrgicas que estarão prontas até 2011 e cinco projetos de expansão da CSN (RJ), Gerdau (RJ) e Usiminas. 

Na área de papel e celulose, o chefe do departamento, André Biazus, diz que "os projetos que estão no banco continuam e continuarão sendo executados principalmente porque já foram aprovados e contratados". De janeiro a outubro foram desembolsados R$ 790 milhões para o setor. Em 2007, o banco emprestou mais (R$ 1,9 bilhão), com realce para projetos da Suzano e da Aracruz. O desempenho de 2008 será mesmo menor, pois ele é visto como um ano de entressafra do setor. 

A grande novidade na área de papel e celulose é a aprovação de uma linha de limite de crédito de R$ 540 milhões para a Votorantim Celulose e Papel (VCP), do Grupo Votorantim. O maior projeto acolhido no departamento de papel e celulose até agora foi o da Satipel, um investimento de R$ 225 milhões para produção de MDP no Rio Grande do Sul. O banco financia R$ 90 milhões do total. As gigantes do setor não compareceram este ano com projetos, ao contrário de 2007. As informações que circulam no mercado dão conta de que a Aracruz desistiu de procurar o banco porque adiou um megaprojeto de expansão de sua unidade em Guaíba, da ordem de R$ 3 bilhões por causa dos problemas com derivativos cambiais. 

Na área siderúrgica, o projeto mais relevante é o da usina da alemã ThyssenKrupp em sociedade com a Vale, a ThyssenKruppCSA- Siderúrgica do Atlântico. A siderúrgica está em fase final de construção em Santa Cruz, município do Rio. O investimento total é de R$ 9 bilhões. O complexo vai abrigar uma siderúrgica com capacidade de produção de 5 milhões de toneladas de placas de aço anuais. Ao redor da usina estão sendo construídos um terminal portuário, uma térmica e uma coqueria. O empreendimento começa a operar entre na virada de 2009 para 2010. 

A usina de aços longos que o Grupo Votorantim está construindo em Barra Mansa (RJ) terá investimento de R$ 1,3 bilhão e vai entrar em operação em 2010. Também está na lista do banco o empreendimento da Vallourec & Sumitomo, uma unidade de produção de 1 milhão de toneladas/ano de aço para produção de 700 mil toneladas de tubos sem costura em Geseaba (MG), a partir de 2010. O valor é de R$ 2,8 bilhões. Entre os projetos de expansão, a CSN tem planos para Volta Redonda com uma unidade que vai produzir 600 mil toneladas de aços longos em 2009 e 1,5 milhão de toneladas de aços planos até 2011, investindo R$ 2,7 bilhões. 

Segundo Marcos Alecrim, gerente do departamento de mineração e siderurgia, o critério para o mapeamento dos projetos que devem ter continuidade, independente da crise de crédito, foi eleger os que vão operar até 2011, cuja maior parte já está em construção. "Esses investimentos não pararam e estão numa fase onde não há reversão." Os projetos siderúrgicos com maturação a partir de 2012 ou em estudo de viabilidade não foram listados, porque não é possível saber se vão ser adiantados ou adiados por conta da queda do consumo de aço ou mudança nos preços dos equipamentos num cenário de recessão global. Alecrim destacou, porém, que até agora o departamento não recebeu nenhum pedido de desistência da parte dos investidores. 

Nelson Siffert afirmou ao Valor que até agora não percebeu nenhum arrefecimento da parte das empresas do setor elétrico que estão investindo no aumento da produção de energia. Ele lembrou que muitas das empresas que tocam esses projetos já venderam e contrataram em leilões a energia a ser produzida. "Esta é uma forte razão pela qual elas têm que implementar esses projetos, pois vão ter que honrar esses contratos." 

Na hidrelétrica de Estreito, um consórcio dos grupos Suez, Vale, Alcoa e Camargo Corrêa, o grupo Suez já vendeu parcela de sua energia no mercado regulado para consumidores cativos. Os demais sócios da usina são autoprodutores. Segundo Siffert, este é o maior projeto do setor elétrico em fase adiantada de implantação com financiamento já aprovado e contratado pelo banco (R$ 2,6 bilhões), de um investimento total de R$ 3,6 bilhões. A usina terá capacidade de produzir 1.087 MW. 

As usinas do Madeira - Santo Antonio e Jirau - estão com seus projetos enquadrados e em análise no banco. Juntas, vão produzir 6.700 MW e os dois investimentos somam R$ 20 bilhões. Santo Antonio já iniciou as obras e emprega 600 pessoas. Jirau ainda não tem licença de instalação e por isso a obra ainda não começou. Em princípio, o BNDES deve emprestar R$ 6 bilhões para cada um dos megaprojetos. 

Iniciadas em setembro do ano passado, as obras das usinas hidrelétricas Caçu e Barra dos Coqueiros, em Goiás, serão concluídas pelo Grupo Gerdau em 2010. Segundo a empresa, a construção e a liberação do financiamento pelo BNDES estão dentro do cronograma planejado. Os R$ 543,4 milhões financiados pela instituição correspondem a 79% do custo total do projeto. A concessão para a construção das usinas foi dada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em março de 2007. As usinas vão garantir energia para as operações do próprio grupo e somam 155 megawatts (MW) de potência instalada, sendo 90 MW em Barra dos Coqueiros e 65 MW em Caçu.

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EMPRESAS FRANCESAS BUSCA PARCEIROS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO  (INDUSTRIA) escrito em quinta 13 novembro 2008 00:27

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ

 

PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 

 

12/11/2008 18h46
Empresas francesas buscam parceiros no Estado do Rio
Da Redação

O Rio de Janeiro recebe neste mês a maior delegação de empresas francesas de todos os tempos. A missão econômica do Consulado da França no Rio de Janeiro, em parceria com a Firjan e a Câmara de Comércio Franco-Brasileira (CCFB), organiza nesta quinta-feira (13/11), às 10h30, o Encontro de Negócios França-Brasil.

Lideradas pela agência do governo francês de promoção comercial, a Ubifrance (a "Apex" francesa), 100 pequenas e médias empresas francesas virão ao Rio para participar da rodada de negócios que será realizada na Firjan, no centro do Rio.

As empresas fluminenses com perfis compatíveis à demanda francesa foram convidadas pela Firjan a conhecer novas oportunidades de negócios, participando de encontros personalizados durante esta jornada carioca. A rodada de negócios é multi-setorial e marca o início de quase 50 eventos comerciais franceses, programados para o Ano da França no Brasil em 2009.

Os setores representados na delegação francesa são: aeronáutica, design, eletrônica, eletricidade, ótica, educação, meio ambiente e desenvolvimento sustentável, equipamento doméstico e construção, equipamentos automobilísticos, mecânicos, metalúrgicos e material de transporte, equipamentos para minas, siderurgia, petróleo e gás, entretenimento, consultoria, agroindústria, reciclagem de plásticos, química e novos materiais, saúde, biotecnologia, perfumes e cosméticos, tecnologia da informação e da comunicação, transporte e equipamentos, entre outros.

- A cooperação entre a França e o Brasil realiza-se hoje com base em uma forte parceria tecnológica, trazendo investimentos para o Estado do Rio de Janeiro e intercâmbios no ramo de formação e pesquisa. Graças a estas parcerias, algumas empresas francesas já se destacam no cenário brasileiro. O interesse das empresas francesas no mercado brasileiro tem aumentado consideravelmente nos dois últimos anos - explica Eric Fajole, conselheiro comercial do Consulado da França no Rio de Janeiro.

O Governo do Rio e a Firjan lideraram uma missão institucional e empresarial à França em maio deste ano, apresentando a infra-estrutura do estado e as oportunidades de investimentos. A missão econômica francesa no Rio e a Firjan esperam uma grande participação de empresas brasileiras no evento.

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