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ECONOMIA

ESTADO DO RIO BUSCA MODERNIZACAO DA AVICULTURA  (ECONOMIA) escrito em quarta 05 novembro 2008 07:08

Rio de Janeiro

 

PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

30/10/2008 18h30
Estado do Rio busca modernização da avicultura
Por Ascom da Secretaria de Agricultura

Berço da avicultura brasileira, o Rio de Janeiro prepara-se para se adequar as normas do Programa Nacional de Sanidade Avícola, adotando medidas para a modernização do segmento. Nesta semana, cerca de 30 técnicos das esferas estadual e federal, que atuam em sanidade avícola participaram do I Curso de Atualização em Sanidade e Vigilância em Doenças das Aves do Estado do Rio de Janeiro. O treinamento que se encerra nesta sexta-feira é resultante de parceria do Conselho Regional de Medicina Veterinário do Rio de Janeiro, Ministério da Agricultura, Secretaria estadual de Agricultura e Universidade Federal Fluminense (UFF) e foi realizado na sede da secretaria, em Niterói.

Na avaliação do superintendente estadual de Defesa Agropecuária, Flávio Tavares, a adequação das medidas sanitárias no setor é extremamente importante, uma vez que o Brasil é o maior exportador mundial de frangos.

– O controle de doenças das aves é uma das prioridades do agronegócio no país - destaca ele, ao afirmar que a avicultura fluminense conta hoje com cerca de 12 milhões de frangos de corte, sendo São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana, o município que registra a maior concentração de aves.

Segundo Valéria Teixeira, médica veterinária da secretaria e uma das organizadoras do treinamento, os técnicos sairão aptos a monitorar as doenças avícolas e evitar que estas afetem o plantel fluminense, que tem capacidade para alcançar a casa dos 14 milhões de frangos de corte.

- A influenza aviária está entre as doenças mais estudadas. É exótica no país, mas precisa ser monitorada, assim como a New Castle, que causa sérios danos econômicos à avicultura – diz Valéria.

Para Virgínia Léo, veterinária e professora da UFF especialista em doenças das aves, a adequação do estado ao Programa Nacional de Sanidade Avícola é importante para garantir a qualidade do produto nacional.

- O Rio é um grande centro de exportação avícola. Teve grande importância no cenário nacional no passado e ainda é um produtor significativo de frango de corte. O controle de doenças como a salmonelose e micoplasmose, além daquelas já citadas, é essencial para o desenvolvimento da atividade no estado e para a saúde pública – disse a veterinária.

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ORCAMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CRESCERA 17% EM 2009  (ECONOMIA) escrito em sexta 03 outubro 2008 16:00

centro, Rio de Janeiro-RJ

 

AGENCIA RIO DE NOTICIAS

1/10/2008 - 18h13   1/10/2008 18:13:00
Orçamento do Estado do RJ crescerá 17% em 2009
Da Redação

O orçamento anual de 2009 feito pelo Governo do Rio de Janeiro mostra que as despesas que serão executadas no Estado no próximo ano serão 17% maiores do que as de 2008. A receita passará de R$ 39,8 bilhões para R$ 46,6 bilhões. As áreas que apontaram crescimento de gastos mais expressivos foram: Segurança Pública, Saúde e Educação.

Os investimentos em Segurança subiram de R$ 3,421 bilhões para  R$ 4,062 bilhões, um crescimento de 18,7% em relação a 2008. Já na área da Saúde, a aplicação de recursos passou de R$ 2,705 bilhões para R$ 3,316 bilhões, uma expansão de 22,6%. Esse incremento das aplicações em ações nesse setor fará com que o governo aplique em Saúde, no próximo ano, 14,38% da receita obtida com impostos e transferências.

Já na Educação, as despesas aumentarão de R$ 4,796 bilhões para R$ 5,410 bilhões, o equivalente a mais 12,8% em recursos orçamentários.

Outra área que teve crescimento absoluto de recursos foi a de Saneamento. O estado vai aplicar mais R$ 1,354 bilhões nela, subindo os investimentos globais de R$ 2,505 bilhões em 2008 para R$ 3,859 bilhões, um avanço de 54%.
 
O Urbanismo também teve seus investimentos ampliados, passando de R$ 682 milhões para R$ 937 milhões em 2009. Vale destacar ainda o aumento de recursos para as áreas de Meio Ambiente, com 39,4%; de Assistência Social, com 20,9%; de Cultura, com 58,1%; e Ciência e Tecnologia, com 19%.

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CENTRO DO RIO COMECA A SER TRANSFERIDO PARA A BARRA DA TIJUCA  (ECONOMIA) escrito em quinta 25 setembro 2008 16:19

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro-RJ

 

ISTO E!

Centro da cidade será transferido para a Barra
Isto É, 24/set


A transferência definitiva do Centro econômico do Rio de Janeiro para a Barra da Tijuca está para começar. A avaliação do presidente da incorporadora Carvalho Hosken, Carlos Carvalho, é baseada na construção do Centro Metropolitano da Barra, que será instalado numa área de 4 milhões de metros quadrados o equivalente a quase quatro vezes o tamanho do Leblon entre a Avenida Abelardo Bueno e a Estrada dos Bandeirantes.

Previsto pelo urbanista Lúcio Costa, no plano-piloto do bairro, há quase 40 anos, o empreendimento será a concretização de um ideal urbanístico que reúne o tripé:moradia, trabalho e lazer. "É um planejamento de longo prazo, que vai levar algum tempo para ser totalmente estabelecido, mas que se inicia agora", avalia Rogério Zilbersztajn, vice-presiderrte da RJZ Cyrela, associada à Carvalho Hosken no empreendimento.

Os incorporadores lembram que o Centro do Rio de Janeiro nunca foi na área central da cidade. Zylbersztajn lembra que o Centro surgiu com um conjunto de ruas e construções, em torno da Ponta do Calabouço, limitado pelo maciço da Tijuca e que servia a uma população de 800 mil pessoas - e não a 6 milhões de habitantes. "O Centro do Rio é mais um conceito do que uma localização geográfica, e o local das atividades económicas será definido18 em outro lugar. Como a cidade chegou à Barra da Tijuca e o Centro Metropolitano é realmente no eixo central do município, é natural que este novo ponto dos negócios seja na Barra, uma área que tem 20 vezes o tamanho da Zona Sul", acredita Zylbersztajn.

Em fase de detalhamento, o Centro Metropolitano obedece à concepção de moradia delineada pelo Plano Lúcio Costa, que descrevia a construção de núcleos autônomos, onde haveria residências, escolas e comércio, o que corresponde exatamente à proposta que a Carvalho Hosken trouxe para a região com seus condomínios-bairro. Para que a ocupação seja feita de forma planejada, a prefeitura montou p grupo de trabalho em que as secretarias de Meio Ambiente, Obras e Transportes atuam em conjunto com a iniciativa privada.

"A ocupação ordenada só é possível graças à parceria entre a iniciativa pública e a privada. A vocação natural da região para o crescimento imobiliário será beneficiada com um minucioso projeto de urbanização. O Centro de negócios será na Barra, enquanto o antigo Centro será preservado por sua importância histórica", afirma Carlos Carvalho.

Rogério Zylbersztajn lembra que hoje há mais gente entrando na Barra para trabalhar do que saindo do bairro. "Houve uma inversão de movimento. Antes, todos desciam para trabalhar no Centro e na Zona Sul. Hoje, muita gente vem para a Barra, onde há sede de indústrias. A região atualmente tem o maior poder aquisitivo do Rio. O Centro Metropolitano vai mudar o eixo econômico para a Barra", diz Zylbersztajn.

Índice de valorização

O planejamento urbanístico do Centro Metropolitano prevê a implantação de redes subterrâneas de eletricidade, água, esgoto e iluminação pública e no sistema viário que inclui a criação da "O impacto do Centro Metropolitano da Barra se refletirá em toda a cidade"

Avenida Imperatriz Leopoldina, que liga a Avenida Abelardo Bueno à Estrada dos Bandeirantes. Tais benfeitorias são alguns dos fatores responsáveis pela valorização de 70% do metro quadrado na região - com um índice acumulado de valorização de 175% no metro quadrado comercial em cinco anos. Segundo dados da Patrimóvel, em 2000, o metro quadrado na Barra da Tijuca teria um valor de referência - na época não havia empreendimentos comerciais no local - de R$ 2 mil. Em 2008, a metragem passou para R$ 5,5 mil. O índice é semelhante ao observado em Ipanema e Leblon, que de 2003 para cá teve uma valorização de 180% no metro quadrado, que de R$ 5 mil chegou a R$ 14 mil.

O projeto do Centro Metropolitano propõe ainda a construção de um empreendimento comercial triple A, formado por seis prédios. Desses, dois serão de lajes corporativas para receber instalações de grandes empresas. O estudo de viabilidade do empreendimento indicou como prioritária a construção de um shopping de 40 mil metros quadrados de área, do mesmo porte que o Rio Sul, que deverá estar entre os primeiros lançamentos.

Cinemas, teatros e áreas de lazer integradas também serão instalados no Centro Metropolitano, cujo lançamento está previsto para o próximo ano. Um parque de mais de 20 mil metros quadrados, o 'Fontes da Barra', inspirado no Hotel Bellagio de Lãs Vegas, nos Estados Unidos, terá iluminação cênica, além de tratamento paisagístico, com palmeiras imperiais, jardins e chafarizes.

Os edifícios comerciais ficarão em avenidas largas, com cerca de quatro quilómetros de extensão. "O Centro antigo cresceu desordenadamente, embora as reformas tenham aberto dois grandes eixos, as avenidas Presidente Vargas e a Rio Branco. No entanto, a circulação ficou impossível, já que hoje a cidade tem mais de 5 milhões de habitantes. No Centro Metropolitano da Barra, as pessoas terão a opção de usar carros, embora quem viva nos arredores possa caminhar até o trabalho, reduzindo a emissão de poluentes na atmosfera", lembra Carlos Carvalho.

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NO RIO, EMPRESARIOS CRIAM PROJETO PARA FORMALIZAR AMBULANTES  (ECONOMIA) escrito em sexta 29 agosto 2008 18:34

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Centro, Rio de Janeiro-RJ 

 

PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 

 

29/08/2008 09h39
Empresários criam projeto para formalizar ambulantes
Da Redação

 

Um projeto inédito pode formalizar centenas de ambulantes em todo o Rio de Janeiro. Desenvolvida por um grupo de grandes empresas, que envolve desde operadora de telefonia até redes de varejo e entidades representativas da capital fluminense, a Rede Ello Empreendedor (Rede de Negócios e Serviços para o Micro e Pequeno Empreendedor) tem por objetivo aproximar o empreendedor, principalmente o informal, de meios eletrônicos de pagamento disponíveis no mercado. O grupo idealizador deverá apresentar o projeto ao Governo do Estado do Rio de Janeiro.

- O Sebrae/RJ faz parte deste projeto porque acredita que quanto mais próximo o empreendedor está dos meios formais de pagamento, mais interesse ele terá para se formalizar - avaliou Cezar Vasquez, diretor do Sebrae/RJ. O projeto, que está sendo desenvolvido há dois anos, foi apresentado na quarta-feira (27) por Vasquez, no ''''Espaço Sebrae'''' no Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor (C4 2008), em São Paulo. Participaram representantes de grandes instituições financeiras como Bradesco, Banco do Brasil, HSBC, Caixa Econômica Federal, Banco VR, entre outros.

Segundo o diretor do Sebrae/RJ, o grupo organizou cinco comitês setoriais (crédito, capacitação, assistência técnica, comercialização, tecnologia e infra-estrutura) com o objetivo de ampliar o acesso a serviços dos pequenos negócios formais e informais por meio do mercado. O projeto está em fase de formalização de parcerias. O piloto começará em meados de abril do próximo ano com os barraqueiros de praia da Associação do Comércio Legalizado de Praia (Ascolpra).

O objetivo é que por meio de um terminal M-Payment (máquinas de receber cartão) e um celular os ambulantes possam fazer a compra dos produtos com seus fornecedores. - Os barraqueiros de praia no Rio de Janeiro só têm autorização de vender bebidas e a maioria já faz compras por meio da Ascolpra. Por isso, o processo deverá ser bem mais fácil - disse Vasquez.

Pelo projeto, a rede Ello Empreendedor reunirá em uma mesma plataforma eletrônica empreendedores locais, concessionários de serviços públicos, cadeias varejistas e sistema financeiro, na oferta de produtos e serviços ao consumidor das comunidades. O aspecto financeiro, segundo Vazquez, implica na redução de custos de capital de giro para o empreendedor na medida em que ele se relaciona diretamente com seus fornecedores e com o sistema financeiro, sendo necessariamente ‘bancarizado’ para a liquidação de seus compromissos financeiros.

- O estímulo à formalização se dá em duas vias: a partir da inserção desse empreendedor no sistema financeiro, ampliando a formalização de suas transações financeiras e tornando-o visível para o sistema; a partir do faturamento de suas compras junto ao fornecedor, por meio de nota fiscal eletrônica (NF-e) - afirmou o diretor do Sebrae/RJ.

O projeto poderá ser estendido futuramente para comunidades de baixa-renda com forte densidade comercial, como as favelas da Rocinha, Vidigal, Pavão Pavãozinho e Cantagalo.

Para o gerente da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, Alexandre Guerra, o projeto do Rio deverá ser apresentado a outras unidades do Sistema Sebrae. Guerra convidou Vasquez a fazer uma apresentação também durante o 7º Seminário Banco Central sobre Microfinanças, que acontecerá no final de setembro, em Minas Gerais.

O Sebrae no Rio de Janeiro em parceria com a Associação do Comércio Legalizado de Praia (Ascolpra) e Praias S/A (associação que congrega os barraqueiros das praias da zona oeste) começou este mês a capacitar cerca de 100 barraqueiros que atuam nas praias da zona sul e Barra para que desenvolvam habilidades de empreendedorismo, mercado e finanças.

Por meio do curso ‘Aprender a Empreender’ o objetivo é fazer com que os barraqueiros aprendam a melhorar e gerir seus pequenos negócios. O objetivo do Sebrae/RJ é incentivar a formalização desses empreendimentos.

Pesquisa realizada há cerca de um ano e meio pela entidade identificou que a economia da praia na cidade do Rio, formada por pequenos negócios promovidos entre o calçadão e o mar, movimenta aproximadamente R$ 80 milhões por mês. Somente os ambulantes nas areias giram cerca de R$ 10 milhões a cada fim de semana

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GOVERNO DO RIO SE PREPARANDO PARA ENTRAR, ECONOMICAMENTE, NAS FAVELAS  (ECONOMIA) escrito em sexta 29 agosto 2008 18:34

 Rocinha, Rio de Janeiro-RJ

 

AGENCIA RIO DE NOTICIAS

27/8/2008 - 9h32   27/8/2008 09:32:14
-->Rio elabora plano para legalizar atividades nas favelas -->
Da Redação

 

Ainda esta semana, o grupo de trabalho coordenado pelo secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro, Regis Fichtner, realizará a primeira reunião com o objetivo de elaborar a política fiscal para estimular a legalização das atividades econômicas desenvolvidas nas favelas do Rio. As primeiras sugestões deverão ser apresentadas ao governador Sergio Cabral em 90 dias.

Fichtner revelou que o grupo pretende fazer com que o maior número possível de empreendedores que já trabalham nessas comunidades saiam da informalidade. Ao mesmo tempo, o governo do Rio quer levar às favelas atividades que resultem em emprego e renda para os moradores.

Para enfrentar o elevado índice de violência registrado nessas comunidades, dominadas pelo tráfico ou por milícias, o secretário informou que o governo tem um plano integrado, que envolve vários aspectos.

“A Secretaria de Segurança está entrando nas comunidades para combater a criminalidade. Mas, nós não pretendemos ficar só nisso. Nós queremos levar o Estado para dentro dessas comunidades. Por isso, o governador elegeu, dentro das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), realizar intervenções nas principais favelas do Rio, que envolvem acessibilidade, equipamentos públicos e segurança também."

Por isso, prosseguiu o secretário, o governo tem interesse de, junto com o programa, levar renda e sustentação econômica as comunidades.

“Para que a gente possa tirar do tráfico esses jovens que ficam seduzidos pelo dinheiro da criminalidade. Se a gente puder ser uma alternativa para eles dentro das comunidades, a gente pode vencer essa guerra”.

Nos próximos três meses, o grupo de trabalho vai definir quais as favelas que serão abordadas numa primeira etapa.

“Será estabelecida uma cronologia de ações que o governo pode realizar para melhorar a atividade econômica nessas comunidades que a gente vai eleger”, disse Fichtner.

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