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LOGISTICA

A LOG-IN, EX DOCENAVE, COM SEDE NO RIO DE JANEIRO, SE EXPANDE E, RAPIDAMENTE!!!  (LOGISTICA) escrito em quinta 06 novembro 2008 17:15

Rio de Janeiro, RJ

 

PORTAL NAVAL

Terceiro trimestre
5/11/2008 - 13:05:09
Ebitda da Log-In cresce 54,5% e alcança R$ 30,6 milhões
Por In Press Porter Novelli

A receita operacional bruta da empresa somou R$ 143,6 milhões, uma alta de 40,6%. No mesmo período, o lucro líquido totalizou R$ 18,5 milhões, R$ 0,21 por ação. Nos primeiros nove meses de 2008, o lucro líquido foi de R$ 57,2 milhões, crescimento de 230% sobre o mesmo período do ano anterior.

O volume total movimentado pela Log-In foi recorde no período e teve um crescimento de 15,7%. Somente o serviço de navegação costeira transportou mais que o dobro do volume registrado no mesmo período do ano passado, saltando de 19.266 TEUs para 40.386 TEUS. Na cabotagem houve uma alta de 90%, e o serviço feeder, de distribuição de cargas estrangeiras pelos portos nacionais, teve um incremento considerável, de mais de 500%, saltando de 1.898 TEUs para 13.036 TEUs.

Do total da receita de R$ 143,6 milhões obtida no terceiro trimestre, o serviço de Navegação Costeira respondeu por R$ 68,3 milhões. O serviço Trem Expresso também se destacou no trimestre, com receita de R$ 24,4 milhões, 33,3% superior ao mesmo período do ano passado. As operações ferroviárias movimentaram 13.213 TEUs, frente a 11.535 TEUs no ano passado, um crescimento de 14,5%. O volume realizado em TKU foi de 312,4 milhões, melhora de 20,9%. O crescimento maior em TKU ocorre em função de maior utilização da rota São Paulo - Bahia, com maior distância média que as demais rotas.

O Terminal de Vila Velha (TVV) gerou receita bruta de R$ 40,1 milhões, uma alta de 6,1%. Os serviços de armazenagem de cargas somaram R$ 11,5 milhões, 43,8% maior do que a verificada no mesmo período de 2007. Esse aumento está relacionado ao maior volume de cargas de importação movimentadas no TVV este ano. No terceiro trimestre houve crescimento de 15% na movimentação de contêineres de importação em relação ao ano passado. A produtividade média de contêineres movimentados no foi de 40,6 movimentos/hora e o tempo médio de espera para atracação de responsabilidade do TVV foi de apenas seis minutos.

“Temos trabalhado fortemente para maior integração de nossos serviços e melhoria de nossa performance operacional. Os resultados obtidos até agora confirmam a sustentabilidade de nosso modelo de negócio e o acerto de nossa estratégia, o que nos deixa confiantes quanto aos objetivos traçados para a Log-In para os próximos anos”, afirma Mauro Dias, diretor-presidente da Log-In.

Investimentos
 
O total de investimentos previsto para 2008 é de R$ 288 milhões. No terceiro trimestre, foram investidos R$ 23,3 milhões, sendo que R$ 8 milhões foram aplicados nas obras de expansão do TVV, R$ 6 milhões na construção dos novos navios porta-contêiner e R$ 0,6 milhão na expansão do Terminal de Camaçari (Tercam), na Bahia. Na reestruturação das operações de ponta rodoviária foi investido R$ 0,4 milhão.
 
Entre janeiro e setembro de 2008 foram investidos R$ 57,3 milhões na construção dos navios porta-contêiner, R$ 21,1 milhões na expansão de capacidade do TVV, R$ 1,7 milhão na ampliação do Tercam e R$ 6,9 milhões na primarização da ponta rodoviária nos serviços de Trem Expresso e Navegação Costeira.

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LLX CANCELA O PORTO BRASIL, EM SAO PAULO, E CONCENTRA INVESTIMENTOS NO RIO DE JANEIRO  (LOGISTICA) escrito em sexta 03 outubro 2008 16:00

Porto do Acu, Sao Joao da Barra-RJ

 

TN PETROLEO

Empresa de Eike Batista suspende investimento em SP

 

Fonte: Agência Estado

Data: 03/10/2008 04:40

A LLX, empresa de logística do grupo EBX, do empresário Eike Batista, suspendeu os investimentos no projeto de construção de um terminal portuário em Peruíbe (SP), conhecido como Porto Brasil, segundo fato relevante da companhia encaminhado hoje à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "O projeto do Porto Brasil se encontra em fase inicial de desenvolvimento e ainda não demandou aportes relevantes de recursos", informa a LLX.

 

Com a suspensão do projeto, a demanda de investimento total estimada da LLX cai de US$ 3,9 bilhões para US$ 2 bilhões, conforme estimativa da companhia. Com isso, o fluxo de desembolsos, afirma a LLX, cairá especialmente no curto prazo.

 

Segundo a LLX, a suspensão do investimento segue "princípios de disciplina financeira" e levará a companhia a concentrar suas atividades na construção do Porto do Açu, já em andamento, e no desenvolvimento do Porto Sudeste, ambos no Rio de Janeiro, projetos com entrada em operação prevista para 2010 e 2011, respectivamente.

 

A LLX informa ainda que o Conselho de Administração deverá reunir-se neste trimestre para aprovar uma emissão de ações para fazer frente à necessidade de capital da LLX para construção do Porto do Açu e do Porto Sudeste.

 

Para o projeto LLX Minas Rio, a companhia afirma contar com a aprovação formal do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de linhas de crédito no valor total de R$ 1,321 bilhão, com prazo de 12 anos.

 

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PORTO DO RIO SECULO XXI - ANDAMENTO  (LOGISTICA) escrito em segunda 15 setembro 2008 18:12

Porto do Rio de janeiro, Rio de Janeiro-RJ

 

PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

15/09/2008 12h08
Secretaria de Transportes prepara revitalização do Porto do Rio
Por Ascom da Secretaria de Transportes
 

O complexo do Porto do Rio de Janeiro é composto por cinco cais e o Terminal de Manguinhos, dez armazéns externos, oito pátios cobertos com capacidade total de 13.100 toneladas para armazenagem e quatro terminais de uso privativo. Para falar sobre o projeto Porto do Rio Século XXI – que irá revitalizar porto do Rio e seu entorno – e sobre a atividade portuária do Estado, o Jornal dos Transportes Online, da Secretaria de Transportes, conversou com o presidente da Companhia Docas, Jorge Luiz de Mello. Leia a íntgra da entrevista a seguir:

Qual é o papel estratégico dos portos do Rio de Janeiro para a economia do país?

Jorge Luiz de Mello: A atividade portuária é essencial para a economia do Brasil. Mais de 90% de toda a troca comercial se dá por via marítima e o porto é o ponto de ligação entre a logística de terra e a logística de mar. No que se refere ao Rio de Janeiro, há a vantagem competitiva por ter fronteira litorânea.

Considerando que o Porto do Rio opera atualmente com cerca de 50% de sua capacidade, o que pode ser feito para desenvolver mais suas atividades e estimular novos empreendimentos?

Mello: A Companhia Docas administra quatro portos: o de Niterói, Rio, Itaguaí e Angra dos Reis. O Porto do Rio, por exemplo, é muito antigo, foi organizado há mais ou menos cem anos atrás, como “business” da atividade portuária, e sua interação com o mar já se dava bem antes disso. A atividade portuária abarca a atividade de carga e descarga do navio e a ligação com a logística de terra, através da armazenagem e do manuseio das mercadorias que entram e que saem. O porto perdeu essa ligação com sua retroárea, que ficava do outro lado da Avenida Rodrigues Alves. Ou seja, a área primária ficou isolada da área secundária e, por isso, nós estamos redesenhando o porto, a partir do projeto Porto do Rio - Século XXI.

O projeto Porto do Rio - Século XXI reúne as três esferas de governo (federal, estadual e municipal) e o setor privado. Qual é a importância deste projeto?

Mello: Este projeto não foi idealizado somente pela Companhia Docas, mas por toda a sociedade portuária, incluindo os arrendatários, operadores, clientes, forças de trabalho e, também, a Associação Comercial. Além disso, ele conta com uma atuação engajada do governo do Estado através da Secretaria de Transportes. O projeto, entre outras coisas, define todo o redesenho de acessos ao porto (marítimo e terrestre). As ações já começaram, mas, no fim deste ano e no início de 2009, nós iniciaremos uma dragagem no Porto do Rio, para que ele tenha canais que possibilitem receber os navios de última geração. Também será feita uma adequação da logística de terra, a partir do redesenho dos acessos ferroviários e rodoviários ao porto.

O que o senhor pensa da ação da Setrans de restaurar os acessos rodoviários, marítimos e ferroviários do Porto do Rio?

Mello: A Setrans chamou o projeto para si, liderando e tomando a iniciativa de realizá-lo. Isso foi vital para a viabilização do projeto Porto do Rio – Século XXI.

A região do Porto do Rio tem potencial para se tornar um pólo turístico, comercial e cultural?

Mello: No estado, o Porto do Rio é o que mais arrecada ICMS por metro quadrado, tendo recolhido, no ano passado, cerca de R$ 1,4 bilhão aos cofres públicos. Todas as questões ligadas ao turismo, à interação com a cidade e ao incremento da movimentação de cargas estão contempladas no projeto Porto do Rio - Século XXI.

Quais são os projetos turísticos e culturais do projeto?

Mello: O porto arrendou os quatro primeiros armazéns para que seja instalado um terminal de passageiros no local, onde se realizarão operações semelhantes à de um aeroporto, devido ao aumento do número de escalas de navios de passageiros no Rio. Para o próximo verão, estão previstos algo em torno de 400 mil turistas, de novembro a abril. Pensando nisso, alguns armazéns já foram reformados e outros estão em reforma, para que se tornem áreas residenciais, comerciais e culturais. Em relação à questão cultural, temos duas ações já bem avançadas: implantação de um museu interativo, em parceria com a Fundação Roberto Marinho, e a construção de um shopping cultural, com a inserção de centros culturais de outros países, escolas de teatro, de circo, cenografia, entre outros.

Qual deve ser a relação entre o poder público e a iniciativa privada na recuperação e modernização dos portos do Estado?

Mello: A Companhia Docas, como um ente público, é dona dos bens patrimoniais. Logo, ela tem diversos bens que serão disponibilizados. A prefeitura, responsável pela ocupação do solo, definirá o que pode ser construído em cada local. O governo do Estado viabilizará a infra-estrutura necessária para a realização do projeto. Já a iniciativa privada deverá colocar recursos, já que é uma iniciativa comercial que trará rentabilidade, além de outros interessados.

A que se deve o aumento da movimentação no Porto de Itaguaí nos últimos anos? O que pode ser feito para modernizá-lo e desenvolvê-lo? Mello: O Porto de Itaguaí tem hoje dois nichos de utilização: a movimentação de granel sólido (material sólido comercializado in natura, como minérios e carvão) e um terminal privado da Vale. Essa região tem três terminais e se noticia na imprensa a instalação de uma série de terminais para esse fim naquela região. Nós estamos com uma licitação pronta para um terceiro terminal de granel sólido e, também, um de granel líquido, uma vez que em Itaguaí não há nenhum do tipo. Essa iniciativa atende a uma motivação: muitos produtos químicos que vêm para o Rio são recebidos no Porto de Santos, gerando um custo adicional. Esse terminal servirá tanto para importar produtos líquidos, quanto para exportar biocombustíveis. A Companhia está vendo a possibilidade da instalação de mais um terminal de contêiner. O terminal já existente tem crescido, nos motivando a licitar outro.

Como está o projeto de dragagem para modernizar o Porto de Itaguaí e dar a ele capacidade de receber novas embarcações?

Mello: A dragagem será divida em duas etapas. A primeira será a dragagem do canal de acesso e da baía de evolução do porto, de uma profundidade de 17m para 20m. Já a segunda etapa vai aprofundar o acesso hidroviário ao terminal de CSA de 14,5m para 17,5m. Em Itaguaí é necessária uma profundidade muito maior do que no Rio, por conta do manuseio de granel. A draga está em execução desde julho, com a previsão de conclusão para 12 meses. Mas, como a obra está bastante adiantada, a intervenção deverá ser concluía no fim deste ano. O acesso hidroviário ao terminal da CSA faz parte do processo de licitação que já está sendo iniciado para o aprofundamento do canal secundário, que atenderá às empresas

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ARCO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO JA ATRAI INVESTIMENTOS PARA O RIO DE JANEIRO  (LOGISTICA) escrito em terça 09 setembro 2008 22:55

Arco Metropolitano do Rio de Janeiro

 

PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

09/09/2008 13h06
Arco Metropolitano atrai investimentos para o Rio de Janeiro
Por Ascom da Secretaria de Obras

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O Arco Metropolitano, estrada em construção pelo governo do estado para ligar o município de Itaboraí ao Porto de Itaguaí, está atraindo vários investimentos para o Rio de Janeiro. A indústria de cosméticos Niely, uma das principais fabricantes de tinturas para cabelos do país, comunicou ao vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, que comprou um terreno próximo ao arco, onde vai instalar uma fábrica.

- A decisão de comprar o terreno foi tomada ao sabermos que o Arco Metropolitano passaria tão perto – disse o presidente da empresa, Daniel de Jesus.

O terreno de 530 mil metros quadrados fica no distrito de Santa Rita, em Nova Iguaçu, a menos de um quilômetro do traçado do arco. O investimento será de R$ 40 milhões. A Niely, que hoje emprega 2 mil pessoas, pretende aumentar sua força de trabalho em 15%, além da produção de cosméticos que atualmente é de 80 milhões de unidades por ano.

- O arco é de suma importância para o desenvolvimento de nosso estado, uma vez que vai integrar complexos industriais e transformar a Baixada Fluminense em uma grande área de logística – destacou Pezão.

A primeira fábrica da Companhia de Coque Calcinado de Petróleo (Coquepar) também será instalada naquela região devido à proximidade com o Arco Metropolitano. A unidade, com investimento de US$ 250 milhões, ficará no município de Seropédica perto da confluência da Via Dutra com o arco e próximo dos trilhos da MRS Logística, que ligam o Rio a São Paulo.

Nascida da parceria entre a Petrobras (40%), o fundo austríaco Brazil Energy (30%) e a Unimetal (30%), a Coquepar vai produzir, a partir do final de 2010, até 350 mil toneladas anuais de coque calcinado de petróleo. O produto é obtido da queima a alta temperatura do coque verde de petróleo, utilizado principalmente para a transformação de alumina em alumínio. Segundo Mario Popp, diretor da Coquepar, a empresa vai receber coque da Refinaria do Planalto (Replan), em Paulínia, por ferrovia, e da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), pelo Arco Metropolitano.

Um estudo encomendado, recentemente, pelo sistema Firjan e Sebrae-RJ ao Centro de Estudos em Logística da Coppead/UFRJ e à Tendências Consultoria apontou que o arco vai reduzir os custos de transporte de mercadorias entre o Porto de Itaguaí e sete estados, com percentuais que variam de 2,5% a 20%.

O impacto da obra na economia brasileira será de R$ 1,8 bilhão, com 64,1% desse total concentrados no setor de construção civil. Em longo prazo, o impacto esperado no PIB da área de influência direta é de R$ 2 bilhões. Serão aproximadamente 4.900 empregos gerados durante a construção da rodovia. O crescimento se estenderá por mais cerca de cinco anos após a conclusão das obras, já que a região cortada pelo arco irá atrair grandes empresas de logística

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"PORTOS DO RIO - PORTAS DE MINAS"  (LOGISTICA) escrito em terça 09 setembro 2008 00:00

Porto do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro-RJ

 

PORTAL FATOR BRASIL

 

03/09/2008 - 10:15

"Portos do Rio – Portas de Minas"

Um grupo de empresários mineiros fará visitas técnicas ao Porto do Rio de Janeiro e ao Porto de Itaguai o dia 3 de setembro (quarta-feira) , e 4 (quinta-feira).

A atividade é mais um desdobramento do I Seminário Integrado Portos do Rio – Portas de Minas, realizado em agosto do no ano passado, em Belo Horizonte. Na ocasião se iniciaram contatos para incrementar os negócios entre os dois estados, disponibilizando para as empresas mineiras a infra-estrutura portuária do estado do Rio.

A diretoria da CDRJ espera, com esses encontros, conhecer melhor as expectativas da indústria e do Governo de Minas, no que tange à utilização dos portos. O objetivo é buscar soluções que viabilizem o crescimento das atividades do comércio internacional de Minas Gerais.

Outras atividades previstas nessa negociação é uma visita da Diretoria da CDRJ a cidade de Varginha, onde funciona um dos cinco portos secos de Minas Gerais, que em breve assinará um acordo com a empresa Sepetiba/Tecon que opera no Porto de Itaguaí.

Além disso, está sendo agendado para março do ano que vem o II Seminário Integrado Portos do Rio – Portas de Minas, assim como o primeiro, na sede do Centro Internacional de Negócios da FIEMG, em Belo Horizonte.

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